

O abalo que desencadeou o maremoto ocorreu perto das 7h40 locais (20h40 de domingo em Lisboa), e teve uma magnitude calculada entre os 7.6 e os 8.0 graus Richter. Até este momento, ainda se sentem violentas réplicas na região, ao ritmo de duas por hora.
Segundo autoridades locais, citadas pela BBC, várias aldeias foram «completamente arrasadas» por ondas que causaram destruição até 200 metros de distância das praias. Também em Gizo, uma das principais cidades do Oeste das Salomão, os estragos são graves, e há registo de várias pessoas arrastadas para o mar.
O balanço de vítimas é ainda provisório. Os principais orgãos de comunicação avançam com uma dúzia de mortes, embora a Rádio da Nova Zelândia afirme que, só em Gizo, 15 pessoas terão morrido. O gabinete do primeiro-ministro das Salomão acredita que o número de vítimas pode ainda duplicar.
O alerta de tsunami que esta manhã esteve em vigor nas áreas costeiras da Austrália ao Alasca já foi suspenso, embora habitantes da Papua-Nova Guiné e de outras ilhas do Pacífico tenham assistido a ondas de altura superior ao habitual.
Na Austrália, as autoridades ordenaram a evacuação de todas as praias dentro de um raio de 2000 kms de distância do epicentro do abalo, incluindo na região de Sydney. No entanto, e apesar de já ser Outono naquele país, a maior parte dos turistas decidiu ignorar os avisos e continuar no areal.
Segundo autoridades locais, citadas pela BBC, várias aldeias foram «completamente arrasadas» por ondas que causaram destruição até 200 metros de distância das praias. Também em Gizo, uma das principais cidades do Oeste das Salomão, os estragos são graves, e há registo de várias pessoas arrastadas para o mar.
O balanço de vítimas é ainda provisório. Os principais orgãos de comunicação avançam com uma dúzia de mortes, embora a Rádio da Nova Zelândia afirme que, só em Gizo, 15 pessoas terão morrido. O gabinete do primeiro-ministro das Salomão acredita que o número de vítimas pode ainda duplicar.
O alerta de tsunami que esta manhã esteve em vigor nas áreas costeiras da Austrália ao Alasca já foi suspenso, embora habitantes da Papua-Nova Guiné e de outras ilhas do Pacífico tenham assistido a ondas de altura superior ao habitual.
Na Austrália, as autoridades ordenaram a evacuação de todas as praias dentro de um raio de 2000 kms de distância do epicentro do abalo, incluindo na região de Sydney. No entanto, e apesar de já ser Outono naquele país, a maior parte dos turistas decidiu ignorar os avisos e continuar no areal.
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